Case de sucessoControle de jornada

Como a CRV Medicamentos saiu das planilhas e adotou o banco de horas

Gabryella ParticaGabryella Partica
25 de junho de 20265 min de leitura
Como a CRV Medicamentos saiu das planilhas e adotou o banco de horas

Todo fim de mês a cena se repetia: A Aline parava o que estava fazendo, juntava as folhas de ponto impressas das duas lojas e gastava cerca de duas horas conferindo horário por horário, na mão, antes de calcular os salários. Quando a folha vinha incompleta ou preenchida tudo de uma vez no último dia, o trabalho dobrava e os erros reapareciam.

Hoje, com a TiqueTaque, esse mesmo fechamento sai em minutos. Esta é a história de como a CRV Medicamentos, uma rede goiana com quatro funcionários, deixou o papel para trás e começou a usar banco de horas pela primeira vez.


Quem é a CRV Medicamentos

A CRV Medicamentos, conhecida como Droga Cais, é uma rede de farmácias de Aparecida de Goiânia (GO) com duas unidades e uma equipe enxuta de quatro pessoas. A Aline responde sozinha pela área administrativa e financeira, o que, na prática, significa acumular as funções de RH/DP e contas a pagar ao mesmo tempo.

Setor: Farmácias e Drogarias

Localização: Aparecida de Goiânia (GO)

Tamanho da equipe: 4 funcionários

Soluções utilizadas: App com geolocalização, banco de horas, gestão de horas extras e Plano GO


O desafio: ponto no papel e horas extras no escuro

Antes da TiqueTaque, a gestão de ponto na CRV era a mais artesanal possível. Cada funcionário anotava à mão o horário de entrada e saída em uma folha impressa. À princípio parecia simples, mas no dia a dia virou um problema que só crescia.

O primeiro buraco era a confiabilidade do registro: as folhas chegavam ao fim do mês com lacunas, datas preenchidas depois ou horários genéricos que ninguém conseguia confirmar.

“Às vezes, no papel, o time esquecia. Aí chegava no final do mês e ficava preenchendo tudo de uma vez. Muita coisa se perdia.”

O segundo buraco era a hora extra: sem sistema, ficava difícil saber com precisão quanto cada pessoa tinha trabalhado além da jornada. A hora extra simplesmente virava dinheiro na folha, sem nenhuma gestão por trás e sem a opção de compensar com folga. Para uma equipe de quatro pessoas, em que cada hora pesa no caixa, isso era custo direto, desgaste no fechamento e risco trabalhista esperando para acontecer.


A solução: o celular como ponto

A Aline já conhecia a TiqueTaque de uma experiência anterior. Quando chegou à CRV, pesquisou o que o mercado oferecia, mas o custo-benefício e a familiaridade com a plataforma pesaram na decisão. O Plano Go foi a escolha natural.

O que mais chamou atenção foi não depender de relógio físico. Instalar um equipamento em cada loja deixaria o investimento inviável para um negócio pequeno com duas unidades. Com a TiqueTaque, o próprio celular de cada funcionário virou o ponto, com geolocalização integrada para garantir que o registro acontecesse no lugar certo.

Essa parte fez diferença real para quem sai para entregas. Mesmo fora da loja, o funcionário registra o ponto pelo celular em tempo real, sem depender de um terminal fixo.

A adaptação teve sua curva, era a primeira vez que a Aline lidava diretamente com RH, então havia o que aprender. Mas o sistema se mostrou intuitivo: ela explorou a plataforma por conta própria, sem precisar acionar o suporte, e foi liberando funções como o lançamento de atestados e a configuração do banco de horas no próprio ritmo.

“Mesmo sendo minha primeira experiência na área de RH, consegui entender. Depois que peguei o jeito, ficou tudo muito intuitivo.”


Os resultados: fechamento em minutos e banco de horas ativo

A mudança mais visível foi no fechamento da folha. As duas horas de cálculo manual viraram alguns minutos; o sistema entrega os relatórios já com as horas exatas de cada funcionário, considerando a jornada cadastrada. A Aline consulta os dados e faz a conversão para o salário.

O banco de horas, que a CRV nunca antes tinha usado de forma estruturada, passou a funcionar de verdade. Quando alguém trabalha além da jornada, as horas ficam registradas digitalmente e podem ser compensadas em folga depois. É uma prática que ajuda os dois lados e que, antes, no papel, não existia.

A equipe também aderiu sem resistência, ninguém sentiu falta da folha impressa, porque registrar pelo celular é mais rápido e muito mais difícil de esquecer. Quando algum ajuste é necessário, o próprio funcionário avisa a Aline, que aprova a correção direto na plataforma. Desde a implementação, foram zero reclamações.

No fim, o ganho maior não aparece no relatório. A Aline recuperou tempo e tranquilidade, e passou a usar esse tempo no que de fato move o negócio.

“Está sendo muito útil. O tempo que a gente ganha com o sistema da TiqueTaque, a gente usa para fazer outras coisas. Antes tinha que parar, calcular tudo na mão. Agora o relatório já me dá as horas certinhas. É só pegar e converter para o salário. Ficou bem mais rápido.”

Citações de Aline, Administrativa e Financeira da CRV Medicamentos


A sua operação também pode parar de gastar tempo com a folha

A CRV mostra que controle de ponto de verdade não depende de equipe grande nem de orçamento alto. Com o celular como ponto e o banco de horas organizado, uma rede de quatro pessoas fecha a folha em minutos e ganha previsibilidade na gestão da jornada.

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Tags:#Inovação

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